Oi, Karina! Obrigada pelo seu comentário. A primeira vez que eu ouvi sobre fisiognomia foi mais desse ponto de vista metafísico também. Eu achei bem interessante que ela servia como se fosse uma semiótica da medicina, mas acabou se desvirtuando depois com pré-concepções racistas. Acho que é um conhecimento interessante, mas não é uma ciência empírica. Talvez o mais útil e confiável da fisiognomia ficou justamente nessa disciplina de semiótica nas áreas médicas — sei que tem isso em psiquiatria por exemplo, mas também um médico precisa “ler os sinais” do corpo ao fazer um diagnóstico e consultar um paciente, mais do que simplesmente medir com instrumentos e checar exames.

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Brazilian journalist, MA in Semiotics and PhD candidate in Visual Arts. Head of innovation and futurism at UP Lab. Cyberpunk enthusiast and researcher.

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