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O futuro da música é ciborgue

Depois de lançar um primeiro álbum feito por avatares com inteligência artificial, Ash Koosh da empresa Auxuman conversa sobre as potencialidades de criação artística entre homem e máquina.

Se a ficção científica há 200 anos vem especulando e imaginando novas tecnologias, por que estas também não perpassariam pelo fazer artístico? Hoje se discute muito a possibilidade de uma inteligência artificial fazer arte não tanto no sentido técnico, já que temos diferentes exemplos de projetos que provaram que isso já é uma realidade, mas no sentido filosófico do que é fazer arte e do que é a criatividade. Apesar de existirem alguns possíveis caminhos para se pensar essa pergunta, um spoiler é que mesmo no doutorado em artes visuais, eu ainda escuto muitas pessoas discutindo o que é arte. Assim como Merleau-Ponty defendeu em sua obra, a filosofia, assim como a arte, é uma disciplina que faz perguntas que são deixadas em aberto — suas criações não vêm ao mundo para dar respostas, mas para alimentar mais perguntas e suscitar novas possibilidades.

Written by

Brazilian journalist, MA in Semiotics and PhD candidate in Visual Arts. Head of innovation and futurism at UP Lab. Cyberpunk enthusiast and researcher.

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